Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

zona de desconforto.

zona de desconforto.

23
Dez15

"O que é que vais fazer na passagem de ano?"

Nada.

 

Todos os anos, sem excepção, na semana do Natal e, principalmente, na do Ano Novo sou olhada como um ser de outro planeta porque, pasme-se, não gosto de fazer nada na passagem de ano. Onde é que já se viu? Uma noite tão importante (NOT), carregadinha de significado (NOT) ser passada sem uma grande ramboiada! Parece impossível. Parece, mas não é meus amigos. Existe uma enorme pressão social para se fazer qualquer coisa extraordinária nessa noite para cima de espectacular. Há quem planeie a passagem de ano com meses, meses!, de antecedência, qual viagem transatlântica! E depois vai-se a ver e toda a gente faz mais ou menos o mesmo e nunca é nada de memorável, é, afinal, só mais uma noite igual a tantas outras mas com mais histerismo à mistura, não se sabe bem porquê. Ainda assim, ao longo dos anos fui fazendo um esforço para deixar de ser bicho do mato e experimentar maneiras diferentes de passar essa noite e foram todas uma grande desilusão. Que choque (NOT).

 

Passagem de ano na rua – péssima ideia. Está frio e pode estar a chover e ninguém no seu perfeito juízo celebra o que quer que seja sob essas condições adversas.

 

Passagem de ano em discotecas – me-do. Já não gosto de discotecas numa noite normal por isso obrigar-me a estar nesse ambiente na noite de passagem de ano é só uma grande tortura.

 

Passagem de ano em restaurantes – tudo demasiado caro, não se come particularmente bem e o momento de fazer o brinde é do mais constrangedor que pode haver. De repente damos por nós a brindar com as restantes pessoas que estão ali a jantar que nunca vimos nem vamos voltar a ver.

 

Passagem de ano em casas alheias - a comida é deprimente. Cada pessoa traz uma coisa ao calhas e depois de ter chegado toda a gente tem-se uma mesa com 6 pacotes de batatas fritas, um sem número de refrigerantes, duas ou três garrafas de vinho que resultam quase sempre em sangria ranhosa, chocolates, salgadinhos, uma enorme tigela de baba de camelo que alguém que não é dado a grandes cozinhados trouxe e os doces que sobraram do Natal. É nesta altura que alguém sugere ir buscar um ou dois frangos assados, ou umas pizzas familiares e pronto, é este o espectacular jantar do último dia do ano. Depois, nas horas que se seguem, vê-se a final de um qualquer reality show, jogam-se vezes infinitas Pictionary, Trivial Pursuit, qualquer jogo que o dono da casa tenha para a Playstation e pior que tudo... canta-se karaoke, e quando o karaoke entra em cena sabe-se que se acabou de bater no fundo do poço. À meia-noite toda a gente grita muito, comem-se doze passas, bebe-se mau champanhe a custo e pronto, está bom até para o ano.

 

Passagem de ano em casas alheias com direito a sleepover - igual ao de cima mas com o desconforto acrescido de dormir num sofá de três lugares ou, pior!, no chão dentro de um saco-cama que não via a luz do dia há 15 anos, porque ir para uma casa com quartos suficientes para toda a gente poder dormir numa cama é demasiado caro. Na manhã seguinte acordam todos da mesma maneira: cansados, doridos e com azia da quantidade de porcarias que andaram a comer na noite anterior. Feliz ano novo!!!!

 

Para piorar qualquer um destes cenários há a indumentária. Diz a tradição que as pessoas do sexo feminino têm de se encher de um grande espírito de sacrifício, ignorarem os 10ºC que estão lá fora e enfiarem-se num vestidinho sexy e sapatos de salto alto, porque é noite de festa!, e isso, para mim, constitui todo um pesadelo. Andar-me a passear de vestido e pés ao leu na madrugada da última noite de Dezembro e só a pior ideia de sempre. Está frio caraças! E, provavelmente, chuva! Não estamos no Brasil e eu sou uma pessoa que não se dá bem com o frio. Tudo o que meta saídas de casa tem de incluir camadas de roupa quentinha, botas, cachecóis e, em dias especialmente frios, luvas e gorro. Ainda assim, depois destes factos todos, quando digo que não vou fazer nada na passagem de ano, NA-DA, sou olhada de soslaio como se fosse um bicho estranho. De facto para mim essa noite é como qualquer outra, aliás, na maioria dos anos até é uma noite em que fico assim mais nostálgica e sem paciência para confusões, por isso não imagino nada mais entusiasmante que passá-la em casa, sossegada, no quentinho do pijama polar e das mantas, encomendar comidinha boa – Sushi at Home é sempre uma opção segura e deliciosa -, a ver filmes e séries e depois então, no dia 1, fazer qualquer coisa diferente. Até porque me parece muito mais saudável celebrar inícios em vez de o fim de qualquer coisa. Daí preferir usar o primeiro dia do ano para ir almoçar a qualquer lado ou ir passear a um sítio que goste muito. Desta vez parece que o plano é um brunch num hotelzaço em Lisboa a convite de uma amiga que me conhece bem. Enfardar comidinha boa num sítio fancy e quentinho? I’m in!! Vêem? São estas coisas que me entusiasmam, não é cá andar ao frio no meio de multidões histéricas. Humpf. 

16
Dez15

Estilizar a biblioteca pessoal

Estou cheia de vontade de reorganizar a estante dos livros da nossa sala. Quando nos mudámos havia tanta coisa para fazer que pedi ao meu homem para tratar da estante. Eram caixas e caixas de livros e eu não tinha energia nem disponibilidade mental para lidar com elas. Só lhe pedi para ter atenção ao peso e tentar distribuir as coisas de forma equilibrada, para não ficarmos com uma prateleira cheia de livros com 600 páginas sob risco de desabamento. Ele pôs tudo direitinho na nossa Billy do IKEA - que aguentou estoicamente a mudança, bem como toda a mobília da loja sueca que compõe a nossa casa. Yei! - e, na altura, achei perfeito. Mas agora, uns meses depois, acho que está demasiado… direitinho. Falta ali uma arrumação mais pensada. Já na outra casa foi igual. Tivemos uma trabalheira a pôr os livros todos por ordem alfabética – foram horas de trabalho! – e uns meses depois fartei-me, aproveitei a ausência dele e mudei tudo de sítio.

Todos os dias quando me sento no sofá olho para a estante e apetece-me logo atirar-me a ela e dar-lhe uma grande volta, mas o cansaço prende-me ao sofá e acabo sempre por adiar esse projecto. Mas cheira-me que não passa de Janeiro. Já perguntei ao meu homem se ele não se importa, visto ter sido ele a organizá-la e longe de mim estar a ferir o sentido estético dele, mas é para o lado que ele dorme melhor. Acho que ter perguntado enquanto ele estava a ver o Benfica ajudou.

Para despertar a minha criatividade estive a percorrer o meu Pinterest à procura de ideias giras e também já li alguns artigos sobre como estilizar estantes, uns mais interessantes que outros. Um deles sugeria aplicar a máxima less is more, ou seja, neste caso, fazer uma selecção de livros para dar para abrir mais espaço para a decoração propriamente dita. Nem li mais. Era só o que faltava desfazer-me dos nossos livros. Para mim uma casa sem livros é uma casa despida, sem vida. Os livros para além de dizerem muito sobre quem ali vive também dão personalidade ao espaço. Toda a vida vivi rodeada de livros e tenciono continuar. Aliás, até gostava de ter mais uma ou duas Billys porque continuamos a comprar livros e não estamos a conseguir guardá-los todos juntos, mas a falta de espaço é um entrave. Talvez um dia.

Até lá vou trabalhar com o que tenho e inspirar-me em projectos alheios para ganhar ideias e energia. 

 

1ad1d59b1e561be2815a14471a10924a.jpg

 

226b57b88c985f2077d336ca0ad9f275.jpg

403b53e7899b8a8acce60e1fbb72fd40.jpg

427d3314308f27b9cef6d3fd72b27a44.jpg

6347e5bf7ac9727fa370c34da5158020.jpg

09302f3ac35001bd314745c6516c2d1b.jpg

11077003ba7f1aa98089204510c3c3b3.jpg

b7cb27f76e4502dadd59802f09c894b7.jpg

be53ab87dc162f8a9b18c52fdf9fe3ae.jpg

d49fa5e3150fe9d05185084d38855b38.jpg

 

Todas as imagens via Pinterest.

 

 

15
Dez15

Sugestão de fim-de-semana | Mercado do CCB

Estamos a uma semana do Natal e, felizmente, já consegui despachar as prendas quase todas. Faltam-me só três! Mas devo ser a única. No passado fim-de-semana, ingénua, achei que ir passear para o Chiado para ver as iluminações de Natal era uma ideia brilhante só que… não. Parecia uma versão tímida da Vogue Fashion Night Out. Demasiada gente em todo o lado, nas ruas, nos cafés – a Santini continua a ter fila à porta em Dezembro… comoooo??? -, nas lojas, nas casas de banho. Um pesadelo. Até eu que não me importo de estar em sítios com confusão q.b. estive próxima de um ataque de pânico. Não conseguia dar dois passos sem esbarrar em alguém.

Se, como eu, ainda têm algumas prendas para comprar e não se querem enfiar no caos dos centros comerciais nem na confusão das ruas do Chiado dou-vos uma alternativa: o Mercado do CCB, onde a oferta é variada e vai desde peças de design mega originais a bolos ou enchidos de fazer nascer água na boca. Falo imensas vezes disto aos meus amigos porque acho mesmo que é um programa divertido e diferente para o fim-de-semana, encontram-se coisas muito, muito giras e originais e, para além disso, estão a comprar produtos nacionais e a ajudar pequenas empresas. É tudo em bom.

Durante o ano o Mercado do CCB realiza-se apenas no primeiro domingo de cada mês mas em Dezembro, e porque já se sabe que há todo um universo de pessoas que deixa tudo para a última, há dois: dia 6, que já passou, e dia 20 que é já no próximo domingo. Fui lá no dia 6 e despachei logo três prendas e, tenho a certeza, que quem as receber vai adorar. Também já lá comprei alguns artigos de decoração lá para casa e sempre que lá vou descubro projectos muito interessantes e, não raras as vezes, apetece-me trazer tudooooo. Foi no Mercado do CCB que fiquei a conhecer as Wordcookies, o Gumelo, o Modo Papel que tem quadros lindos que são uma verdadeira ode a Lisboa, o Toyno entre tantos outros.

A sério, passem por lá que de certezinha absoluta vão encontrar qualquer coisa do vosso agrado. Boas compras!

 

MercadoCCB_2014_0100.jpg

 

mercado_ccb_-e1365076140206.jpg

 

 Imagens via Google.

10
Dez15

#onrepeat | Jarryd James - Do You Remember

Segunda-feira fui ao cinema ver a Ponte dos Espiões – muito, muito bom. Não percam! – e fiquei viciada na música do anúncio dos canais TVCine. É por isto que gosto de estar na sala, sentadinha no meu lugar a devorar pipocas, à hora certa. Gosto muito dos trailers e, volta e meia, a publicidade também nos fica na retina. Ou, neste caso, no ouvido. Assim que tive oportunidade fui à net tentar descobrir que música era e desde aí que a tenho estado a ouvir em loop. Já ouvi outras músicas dele mas nenhuma é tão boa como esta, infelizmente. A Do You Remember tem uma batida muito boa e uma aura fantasmagórica que eu adoro e que me transportou logo para a Iron do Woodkid, de quem gosto muito.

 

 

09
Dez15

Workout report - O regresso

Na passada quinta-feira regressei, finalmente, ao ginásio depois de me ter lesionado ao fim de semana e meia de exercício e ter ficado um mês parada com direito a fisioterapia e tudo. Regressei e foi todo um tormento. Tudo me custou horrores. Acho que até me custou mais do que quando comecei a treinar da primeira vez. Como me lesionei no braço estava cheia de medo de fazer exercícios de braços por isso foi mesmo por aí que comecei. Apliquei aquela velha máxima “se tiveres um acidente de carro conduz logo no dia a seguir para não ganhares medo”, mas aplicada ao desporto. Fiz dez minutos de elíptica para aquecer e para me preparar mentalmente para o desafio que aí vinha e depois atirei-me à musculação para os bracinhos. Foi um suplício. Parecia que ainda tinha menos força, se é que isso é possível, e durante o tempo todo só pensava “não me posso lesionar, não me posso lesionar, xiça que isto está a ser difícil, ai que eu já não consigo fazer mais nada, vá só mais um esforço, pronto lesionei-me, estou lesionada!!” Não queiram viver dentro da minha cabeça, é só pessimismo.  Fiz o meu plano de treino para braços, fui embora a arrastar-me e passei tooooodo o dia seguinte dorida e a fazer os alongamentos que me ensinaram na fisioterapia, sempre com medo de começar a sentir aquelas dores fortes de início de lesão. Hoje, seis dias e três treinos depois, parece estar tudo ok e a motivação continua cá. A única coisa que me mói a alma continuam a ser os abdominais. O-dei-o fazer abdominais e quando chega a altura de os fazer penso seriamente em saltar essa parte. A única coisa que consigo tolerar é a prancha, que é demoníaca mas faz-se, mas aquilo de estar a subir e a descer o tronco milhentas vezes é uma seca e enerva-me de sobremaneira. Por isso decidi ignorar os abdominais aborrecidos que o PT me mandou fazer e optar por uns mais interessantes, mas não menos difíceis. Qualquer coisa deste género. Conheço alguns desses exercícios do Pilates e sei perfeitamente o quão difíceis são, mas tudo é melhor que os abdominais clássicos. Vou pôr em prática alguns desses exercícios ainda esta semana e depois dou feedback. Provavelmente ao fim de dois minutos vou estar em posição fetal a contorcer-me com dores mas não faz mal. Com o tempo sei que os músculos se habituam e que vou conseguir fazer mais e melhor. Não sei como é que há pessoas que vibram com aulas só de abdominais. Sim isso existe! As aulas e as pessoas que as adoram. Não consigo sequer imaginar o que é estar meia-hora a fazer abdominais. Soa-me a tortura. Eu faço 40, a custo, e no fim parece que me deram um murro no estômago, como é que alguém se consegue mexer depois de estar 30 longos minutos a massacrar os músculos da barriga? Esqueçam. Isso não é, definitivamente, para mim. Vou tentar estes e logo se vê como me safo.

 

567343fa2a3614014f4b8647797470db.jpg

 

04
Dez15

Digam "não" à tralha.

Encontrei a minha alma gémea no feminino! Já tinha o meu homem que, quase 4 anos depois, continuo a achar que é a minha versão no masculino, mas agora encontrei uma mulher que parece ter o mesmo grau de OCD que eu no que respeita a arrumações, e encontrei-a graças a este artigo do Observador. Não conhecia o livro e acho que o vou comprar!
Sempre fui muito arrumadinha – tirando ali um hiato na adolescência em que, simplesmente, não queria saber. Nessa altura o meu armário era todo um caos de roupa embrulhada e amontoada – e lido relativamente mal com a desorganização. Já fui pior mas o meu homem conseguiu reduzir um bocadito esse meu lado freak. Já consigo ignorar durante toda uma semana – que me parece uma eternidade - o facto de o cadeirão do nosso quarto estar permanentemente atulhado com roupa dele. Vou ignorando, ignorando mas ao fim de uma semana ele tem MESMO de fazer qualquer coisa em relação àquilo. Já comigo sou sempre muito exigente. Nunca deixo a minha roupa espalhada, ou vai para o armário ou para o cesto da roupa suja; tudo, TUDO, lá em casa tem de ter um sítio próprio e pelo menos uma vez por ano pego num saco do lixo e começo a deitar coisas fora. É aí o homem lá de casa leva as mãos à cabeça porque vai tudo a eito. Sou eu a deitar coisas fora e ele à minha frente a pôr de lado o que lhe faz mesmo muita falta.
“Onde é que está aquela embalagem de cera para o cabelo que tinha guardada no armário da casa de banho?!”
“Aquela que estava ali esquecida há meses? Foi fora. Entretanto foste comprando outras que usaste até ao fim e nunca mais tocaste na antiga, portanto não estava ali a fazer nada”
“Sim, mas ainda tinha um bocadinho e podia fazer-me falta quando deixasse acabar alguma!!!”
Isto é só um exemplo. 
A minha regra é simples: se não foi usado durante um ano é porque não faz falta. E isso aplica-se a tudo: roupa, bugigangas, produtos de beleza, utensílios de cozinha e por aí fora. Quando juntei os trapinhos com o meu homem houve uma coisa que perturbou bastante este meu lado arrumadinho: a quantidade de panos e tabuleiros que as nossas mães gentilmente nos cederam. Nós agradecemos muito porque, de facto, panos para limpar a loiça e tabuleiros dão jeito, mas com moderação. Quando demos por nós tínhamos um armário só com tabuleiros e uma gaveta só com panos e isto, para mim que penso muito nestas coisas, é só um enorme desperdício de espaço. Ninguém precisa de tanto pano e tabuleiro. Portanto, quando mudámos de casa, que ainda por cima era mais pequena, começámos a abrir tudo e a escolher o que não ia, de maneira nenhuma, para a casa nova e, imagine-se, metade dos tabuleiros e dos panos que nos tinham oferecido ficaram para trás. Não foi nada fora, acalmem-se, mas foram devolvidos à precedência. Tínhamos para aí uns 8 tabuleiros e em dois anos usámos sempre os mesmos três. Um exagero. Mudar de casa foi uma canseira mas desfazer-me de coisas que já não precisávamos foi uma alegria. Um alívio que não tem explicação. A sério, acho que ia ser óptima naquele programa do TLC sobre pessoas que têm a casa com tralha até ao tecto. Ia tudo fora e estava feita à festa. Não percebo pessoas que se agarram a coisas com unhas e dentes. “Eu não uso estes sapatos há três anos, mas são tão giros que tenho pena de os deitar fora.” Pena? Aaargh. Deite a porcaria dos sapatos fora e com o espaço livre compra outros que use todos os dias. Tough love é o que aquelas pessoas precisam. Não é de estranhar que tenha adorado esta japonesa que é da opinião que as pessoas só são felizes com menos. E é mesmo verdade! Quando começo a achar que a minha casa está demasiado cheia de tralha que tem utilidade zero só fico bem quando começo a pôr coisas de lado e a ver os armários ganharem espaço e a perderem aquele aspecto caótico. “(…) não vale a pena termos pena dos objectos que deitamos fora. Se o objectivo deles na nossa vida era ensinar-nos que não precisamos deles, então já cumpriram a sua função e podem agora ir em paz… para o lixo.” You tell’em sista!

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D

passaram por aqui