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zona de desconforto.

zona de desconforto.

30
Mai16

Get away | Porto: as cores da cidade

Pelo post anterior, cheio de comida deliciosa, seria de pensar que engordei os tais 25kg que mencionei aqui, mas não. Já me pesei e está tudo na mesma. Tudo tranquilo, tudo favorável. Acredito que este milagre se deva à quantidade gigantesca de quilómetros que andámos durante aqueles dias. 77km, para ser mais exacta, de acordo com o pedómetro do telemóvel. 77km em 4 dias! É muito quilómetro.

Ficámos no Vivacity Porto, na Baixa, ali no meio de tudo o que interessa, e isso permitiu-nos andar sempre a pé para todo o lado, mesmo que fosse necessário uma caminhada mais longa como aconteceu, por exemplo, no dia em fomos à Casa da Música - uma caminhada de 30 minutos. Peanuts. Somos jovens, temos perninhas para andar, estava bom tempo portanto para quê andarmos enfiados no metro quando é tão mais interessante palmilhar a cidade a pé? É assim que gosto de viajar. Adoro andar a pé e descobrir recantos e ruelas que nunca saberia que existiam se andasse sempre enfiada em transportes ou no carro.

Durante estas caminhadas lembrei-me muitas vezes do comentário que as pessoas, a maioria de Lisboa, fazem sobre o Porto: que é uma cidade escura e triste. Por um lado percebo a observação. Lisboa tem mais dias de sol e céu limpo, é maior, as ruas são mais amplas e nas fachadas dos prédios predominam o branco e as cores clarinhas. Por outro lado, não podia discordar mais. Claro que tem aquela melancolia das cidades à beira-rio, como Lisboa, mas acho que o Porto tem imensa vida, é muito boémio e tem muita cor. Basta ter sensibilidade e os olhos bem abertos. Sou fascinada por prédios, onde quer que vá em modo passeio estou sempre a olhar para cima – exercício que aconselho -, e foi neles que descobri muita da cor da cidade.

 

 

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30
Mai16

Get away | Porto - restaurantes: os muito bons, o assim-assim e o que tem a mania. Ah, e vinho do Porto!

Com esta ida ao Porto aprendi que, definitivamente, não se pode confiar nos meteorologistas. Ah e tal vai chover e trovejar e quase de certeza que vai ser necessário lançar um aviso amarelo, e também vai estar frio com temperaturas ali a rondar os 18°C. Tu-do mentira! Choveu no penúltimo dia de manhã, sim, com alguma intensidade, mas durante todos os outros dias esteve sol e calor e só me apetecia andar de calções e de ténis e não de calças de ganga e botins, preparadíssima para uma intempérie que nunca veio - e ainda bem, diga-se!
Com sol ou chuva, uma escapadinha à cidade invicta sabe sempre bem. Não deu para descansar muito porque andámos sempre de um lado para o outro - 77km, segundo o pedómetro do telemóvel! - , mas serviu, sobretudo, para arejar a cabeça e comer bem. E que bem que se come no Porto! Comecemos pelo início, pelo pequeno-almoço...

 

O Diplomata

Pessoal, este sítio é de paragem OBRIGATÓRIA! Estivemos quatro dias na cidade e três pequenos-almoços foram feitos aqui. Podem pedir sumos naturais, tostas, caipirinhas, até um copo de vinho mas aqui as estrelas são as panquecas! Digo, sem medos, que O Diplomata tem as melhores panquecas que já comi. Podem ser de base normal, aveia, chocolate ou mirtilo e as coberturas à escolha vão desde frutas, maple syrup, mel, geleia ou chocolate. Aqui o difícil é mesmo escolher. Comi as de base de aveia e base normal e, apesar de serem as duas muito boas, as de aveia têm um lugar especial no meu coração. São deliciosaaaaaaas! Se vos apetecer uma coisa mais fresquinha apostem na taça de açaí com fruta, iogurte e granola que também é muito boa. Para beber aconselho a infusão de chá preto, laranja e canela ou o capuccino. Se não beberem leite normal, como eu, peçam com leite de soja que eles têm :)

 

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Tascö

"Muito mais do que um restaurante." é esta a definição do restaurante, perdão, tasco, na respectiva página de Facebook. E é mesmo! Não é só a comida que é memorável, é o espaço que é lindíssimo, provavelmente o mais bonito onde já comi, são os empregados que são simpatiquíssimos e muito acessíveis, é o ambiente descontraído que convida a ficar e a beber mais um copo de vinho. As fotografias que tirei estão longe, muito longe, de fazerem jus à beleza do espaço porque, apesar de o restaurante ser lindo, a luz para tirar fotografias é péssima - pormenor irrelevante porque também não é para isso que os restaurantes servem, apesar de, por vezes, acharmos que sim. Se quiserem ter uma ideia mais aproximada visitem a página de Facebook ou a do Zomato. Melhor só mesmo irem lá e verem com os vossos próprios olhos. Para comer recomendo a fusão de alheira com grelos salteados e broa, as batatas fritas às rodelas, as pataniscas e o arroz de tomate. No fim rematem tudo com um cheesecake e um copo de vinho do Porto.

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Café Santiago

Ir ao Porto e não comer uma francesinha dá direito a prisão, certo? Chegámos mesmo em cima da hora de jantar e depois de irmos ao hotel deixar as malas demos corda às perninhas e fomos ao Santigao devorar as famosas - as verdadeiras? - francesinhas. E, se dúvidas houvesse, aqui fica mais um testemunho: são mesmo boas. O pão impecavelmente torrado e estaladiço, a carne muito tenra, o ovo estrelado no ponto, o molho delicioso... tudo a que uma pessoa com fome e cansada de uma viagem de comboio que durou cerca de 3h tem direito. O atendimento é muito simpático e descontraído e fez-me lembrar, por momentos, a casa da minha sogra. "Não quer mais molho quentinho para deitar por cima das batatas? E batatinhas fritas quer mais? Essas chegam? Pode pedir!", desconfio que o plano daquela gente é matar os clientes de ataque cardíaco. Bem, ao menos morrem felizes.

 

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Leitaria da Quinta do Paço

Ficava mesmo ao lado do nosso hotel e foi uma agradável surpresa. Tem uma esplanada muito simpática e lá dentro o espaço é amplo e muito minimalista, todo branquinho. É famosa pelos éclairs mas toda a pastelaria artesanal disponível tem muito bom ar. Provei o mini éclair de frutos vermelhos e o normal de limão e gostei bastante, especialmente do de limão. Não é o meu bolo favorito mas se tivesse uma Leitaria da Quinta do Paço perto de minha casa era bastante provável que lá passasse algum tempo a provar todos os éclairs até decidir qual o melhor. São muito leves e frescos e sente-se o amor com que são feitos a cada dentada. Não sugiro o espaço para pequenos-almoços porque na rua de baixo há O Diplomata e, enfim, acho que já disse tudo lá em cima, mas é uma óptima opção para lanches. A sandes de bacon, brie e maçã é uma delícia.

 

Miss Pavlova

Depois dos pratos principais não podem faltar as sobremesas! Por muito cheios que estejamos há sempre espaço para um docinho, certo? Vá lá, não sejam meninos. Nunca tinha provado uma pavlova mas a classificação desta Miss era tão alta e tinha reviews tão elogiosas no Zomato que tive de lá passar depois de almoço. Ia muito cheia e apetecia-me mesmo uma coisa levezinha. A simpática senhora que estava ao balcão, depois de me explicar o que era uma pavlova, aconselhou-me a de frutos vermelhos e não podia ter aconselhado melhor. É uma sobremesa muito fresquinha, leve e doce q.b.. Debaixo de olho ficou a de brownie que vai ter de ficar para uma próxima oportunidade. A Miss Pavlova fica no espaço Almada 13, uma departmant and concept store que para além da cafetaria incluí outras cinco lojas com coisas lindas desde roupa, acessórios - têm óculos muito giros da Mr. Boho - a artigos de decoração. Se passarem por lá aproveitem para dar uma voltinha neste espaço tão original.

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Moustache

Fomos ao Moustache na última noite comer a sobremesa pós jantar com as expectativas elevadíssimas. À semelhança da Miss Pavlova também tinha uma classificação simpática no Zomato e as fotos dos bolos eram de babar. Como não querer ir a um sítio que vende fatias de bolo red velvet? Como? Infelizmente o Moustache desiludiu. Os bolos são bons, que são, mas não são nada de extraordinário e aquele red velvet roça assim o banalzinho. O cupcake da Tease é bem melhor. Só lá fui duas vezes e ainda hoje me lembro dele. Isso diz muito. O espaço do Moustache também precisa de um facelift urgente. Acho que a ideia é terem um estilo retro mas não modernizarem um espaço que parece que abriu nos anos 70 é só aborrecido.

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Majestic

Não sei se se come bem ou mal porque só lá fui beber um chá e bastou-me. O espaço é muito giro, é um clássico do Porto, e tudo e tudo e tudo, mas o serviço deixa muito a desejar e os preços são ridículos. Como já sabíamos ao que íamos pedimos um chá de jasmim e um café que resultou numa espectacular conta de 7€. 3€ pelo café banalíssimo e 4 pelo chá. Pensei que o chá era uma infusão de ervas servidas naquelas peneiras que se mergulham em água quente - n'O Diplomata é assim :) - mas não, no Majestic o chá é mesmo de saqueta. Ah mas é uma saqueta da TWG, é um chá gourmet e o melhor do mundo. Até pode ser, mas na Leitaria da Quinta do Paço servem o mesmo tipo de chá e custa apenas 2€. Isto é só o Majestic a ser pavão. Como se os preços não fossem suficientes para uma pessoa não voltar o atendimento é sofrível. Para além de falarem com os clientes como se fossem crianças de 5 anos - extremamente irritante!... - a resposta que um dos empregados deu a um senhor inglês que lhe pediu a password do wifi foi ridícula: não dão acesso ao wifi porque senão as pessoas ficam ali muito tempo. Não é extraordinário? Quando a filosofia de um restaurante é cobrar o máximo que pode ao cliente e pô-lo a andar o mais rapidamente possível, está tudo dito. 

 

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Para terminar num tom bem disposto e positivo vou aproveitar para falar da visita que fizemos às caves de vinho do Porto. Escolhemos a da Ferreira porque era a mais afastada da ponte D. Luís I, portanto com menos probabilidade de ter uma enchente, e porque a da Graham's era demasiado longe e já era tarde. Não estava à espera de gostar tanto mas gostei muitíssimo. Aprendi imensas coisas sobre a marca e sobre o vinho do Porto propriamente dito. Sabiam que um vinho com 10 anos não esteve mesmo dentro das barricas durante todo esse tempo? O que eles fazem é misturar um vinho de 6 anos com um de 14 para, assim, fazer um cuja média de idade ronda os 10 anos. Não é interessante? Eu achei. No fim da visita tivemos direito a uma prova de dois vinhos do Porto, branco e twany, que me deixaram com uma azia terrível e levemente embriaga, a sentir tudo a andar à roda quando eu só queria andar em frente. Nada que um passeio à beira-rio não tivesse resolvido. Já a azia, infelizmente, só passou no outro dia de manhã. Nota mental: não beber dois copos de vinho altamente alcoólico ao fim do dia quando a digestão do almoço já foi feita há uma eternidade.

 

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25
Mai16

Get away | Porto

O Porto é sempre uma boa ideia e é por isso que vou lá passar os próximos dias. Seria uma muito melhor ideia se estivesse sol e calor, como esteve no final da semana passada em Lisboa, mas enfim. As previsões são de frio e chuva mas na vida uma pessoa tem de se adaptar a estas adversidades. A cidade também terá o seu encanto com trovoada e valentes cargas de água...
Para alegrar a coisa já acrescentei aos meus favoritos do Zomato uma data de restaurantes de muito bom ar na cidade Invicta. Portanto, para além de tempo cinzentão prevê-se, também, que ganhe cerca de 25kg. Pode ser que as corridas que, certamente, terei de fazer para me abrigar da chuva ajudem a abater uma ou outra caloria.

 

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23
Mai16

Wishlist | Fatos-de-banho

Já está tudo a deprimir por causa das previsões meteorológicas para os próximos dias certo? Eu estou. Não é que seja uma louca que ao primeiro sinal de temperaturas amenas vai logo a correr para a praia. Não sou. Mas gostava muito que o calor viesse para ficar para poder fazer coisas tão excêntricas como, sei lá, sair de casa com um casaco fininho, pés ao léu e sem chapéu-de-chuva. É pedir muito? Pelos visto é. Pelos visto querer sol e calor no fim de Maio é um absurdo.
Bom, parece que a chuva está de volta. Again! E o que é que uma pessoa faz quando está quase no fim de Maio e a p#%a da chuva e do frio não dão tréguas? Primeiro dá uma vista de olhos por todos os sites de lojas que vendem fatos-de-banho – a minha nova obsessão para o Verão -, acrescenta os que mais gosta ao cestinho de compras virtual para ficarem ali a marinar e comprar um ou dois no final do mês e, por último, reza a todos os santinhos para não esgotarem todos antes do dia de são receber. O mês passado vi este fato-de-banho que achei giríssimo na Woman’Secret

 

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e esteve disponível no site, quê, dois minutos. Esgotou logo! No fim de Abril já não havia o meu tamanho. Em ABRIL! Enfim, vamos respirar fundo e esperar que o mesmo não aconteça com estes que tenho debaixo de olho. Pelo menos um! Pelo menos um tem de haver. 

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 Oysho

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Oysho

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Oysho

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Women'Secret

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H&M

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H&M

 

 

Entretanto, e já que estamos a falar de fatos-de-banho, já repararam que a Oysho criou um de camurça?

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Meu Deus, por onde começar? Podia falar da cor horrorosa que não dispõe bem, e no Verão querem-se cores alegres que disponham bem - castanho? A sério? - mas vou-me debruçar, uma vez mais, na escolha do tecido. Já falei por aqui das peças em camurça e de todos os inconvenientes que acarretam mas acho que sou a única pessoa a reflectir sobre o tema, o que é uma pena. Que sentido faz inventar uma peça de roupa para usar na praia, onde estão, se tudo correr bem, para cima de 30ºC num tecido que de fresco não tem nada e que se estraga se entrar em contacto com a água? Que mundo é este onde um fato-de-banho de camurça faz sentido? Hum? Será que ninguém pensa nestas questões fracturantes? Não? Até a modelo está com um ar desconfortável e comprometido. Enfim, espero que quando lá for experimentar os fatos-de-banho que gostei este não seja a único em stock na loja. Fingers crossed.

19
Mai16

"Porque é que não disse nada?"

Acho o programa da SIC “E se fosse consigo?” interessante, quanto mais não seja para pôr as pessoas lá em casa a falar de temas importantes, a reflectir sobre as suas atitudes ou atitudes de terceiros. Programas deste género são importantes porque ajudam a alargar horizontes e a fazer ver a muita gente de vistas curtas que o mundo não termina no fundo da nossa rua. Que lá por não se passar connosco não significa que não aconteça. Porém, todos os episódios me causam uma certa urticária por terem sempre o ónus nas pessoas que não dizem nada. O foco do programa não devia ser esse, mas é. Quem não diz nada é um mau cidadão. Quem não diz nada é porque concorda ou é indiferente ao que se está a passar. Quem não diz nada é condenado em praça pública. E a minha pergunta é só uma e bastante simples: porquê? Provavelmente se me deparasse com situações semelhantes às que passam no programa também não diria nada e não é por achar bem e concordar que se discriminem casais homossexuais, ou que o bullying é ‘muita fixe’, ou que uma branca a namorar com um preto é uma porcaria. Não. Não diria nada porque não faz parte do meu feitio. Eu sou introvertida e meter-me numa conversa entre mãe e filha ou numa zaragata entre miúdos do secundário nunca seria uma atitude natural em mim. Além disso nunca se sabe quem está do outro lado. Quem é que me garante que a mãe da miúda gorda não ia rodar a baiana e desatar aos gritos no meio da rua e envergonhar ainda mais a filha? Quem é que me garante que não levava uma pêra dos rapazes a maltratar o colega? Quem é que me garante que ir pedir justificações ao rapaz aos gritos com a namorada não vai fazer escalar a violência? Certamente que a minha solução seria chamar a polícia, quando fosse caso para isso, e não acho que, por isso, deva ser condenada em praça pública. Acho óptimo que haja pessoas diferentes de mim, vejo sempre com grande entusiasmo quem se mete nas conversas e diz de sua justiça, às vezes também gostava de ser assim, mas não sou. E não há mal nenhum nisso. Acho que o programa só tinha a ganhar se se focasse na situação que pretende condenar e divulgar os meios que há à disposição para ajudar as pessoas, coisa que também faz, sim senhor, mas só depois de a Conceição Lino atirar o nariz para a lua e do alto do seu pedestal perguntar às pessoas que não deram o peito às balas: “Porque é que não disse nada?!” Acho mal e acho que o programa perde muito com isso. Ou então não. Se calhar até ganha, que o que dá audiência é sempre o lado escabroso da coisa e nunca o que realmente interessa.

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