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zona de desconforto.

zona de desconforto.

19
Abr16

Oh não, eles voltaram #1 - Tops que não têm alças mas que também não são cai-cai ou, em inglês, "off shoulder tops"

É de mim ou a ciclicidade da moda está a ser demasiado rápida? Custa-me utilizar a expressão “no meu tempo isso também se usava” como se fosse uma pessoa que já cá esteja há muito tempo mas, de facto, muitas das coisas que estão a voltar agora eu também já as usei na adolescência, ali entre o ensino básico e o secundário, e isso é uma tristeza. Não por ver o tempo passar tão depressa mas porque aquilo que se usou há 16 anos era assim a modos que medonho. Bem, talvez “medonho” seja uma palavra demasiado forte mas bom não era de certeza. Já aqui falei das calças à boca-de-sino que fizeram furor nos anos 70, que voltaram nos anos 2000 e que já cá estão outra vez. Porquêeeeeee? Mas com as calças estão a chegar outras coisas que estão ali entre o piroso e o azeite virgem extra da Galo.

 

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Porquê? Porque é que isto está a voltar? Era uma má ideia em 2004 e continua a sê-lo agora. Ok, sou suspeita. Tudo o que tenha um aspecto levemente hippie - ou boho, como se diz agora - já me causa alguma aversão, mas não é só por isso. Usei tops como estes quando tinha 18 anos e lembro-me bem que eram peças de roupa estúpidas. Aquilo tem ali um elástico fininho ao nível do peito que não só deixa a pele marcada como fica todo frouxo ao fim de 5 ou 6 utilizações. Ah! E a dificuldade que é levantar os braços com coisas destas vestidas? Se forem ao supermercado e tiverem de se esticar para chegar a uma prateleira um bocadinho mais alta preparem-se para, num abrir e fechar de olhos, terem o elástico no pescoço ou, pior, levarem com ele nos queixais. Porque, sim, aquilo salta e sai do sítio ao mínimo movimento mais expansivo. E quando finalmente baixamos os bracinhos é ver-nos a ajeitar a roupa, a puxar o top para baixo para ficar estrategicamente a 5 centímetros do ombro, com todo o embaraço que isso acarreta em espaços públicos. Era mesmo disto que nós precisámos não era? De mais uma peça de roupa que nos dificulta a vida. Já não bastavam as calças de cintura subida quase até ao pescoço que fazem do sentar, esse movimento outrora simples, um desafio, especialmente nos dias em que o almoço foi cozido.

 

 

03
Abr16

A caminho dos 30 - A wishlist

 

Há dois anos escrevia aqui no blog muito indignada - sempre! - sobre as convenções que se criam na vida adulta acerca das "obrigações" do aniversariante. Quando somos miúdos ele é festas surpresa, ele é prendas que nunca mais acabam, ele é bolos e bolinhos e gomas à vontade do freguês. De repente a pessoa cresce e quando se aproxima o dia de anos é só preocupações. Não acreditam? Vejamos então o simples acto de escolher o restaurante para jantar com os amigos: tem de ser um que nós gostemos muito, afinal é uma data especial, mas não pode ser muito caro porque não sei quem está mal de finanças, tem de ter pelo menos um prato vegetariano porque na semana antes o Francisco viu um documentário sobre matadouros e desmaia se comer um bife e ainda temos de ter o cuidado de perguntar ao chef se há alguma opção sem glúten porque agora é chique comer coisas gluten free, mesmo que não se seja celíaco que são as únicas pessoas no mundo que não podem mesmo aproximar-se dessa proteína. Houve um dia alguém, algures, que disse que o glúten era o inimigo e, portanto, 'bora lá comer coisas sem glúten e fazer todo um drama se alguém nos puser uma fatia de pão à frente. Para além de todos estes cuidados o aniversariante tem ainda de levar um bolo para o trabalho! Porquê, ninguém sabe. Só obrigações. Posto isto, e porque festejar um aniversário não pode ser só gestão de agenda e gostos alheios, aqui fica a minha dose de pedinchice a lembrar os tempos áureos da infância em que fazia círculos no catálogo da Toys'r'us à volta dos brinquedos que queria mesmo muito.

 

Na entrada nos intas quero aprender coisas novas ou aprofundar conhecimentos e é aqui que entra a fotografia. Os cursos e workshops são caríssimos por isso queria ser semi-auto-didata e tentar melhorar a minha técnica com a ajuda dos livros, e não me estou a referir ao manual da máquina. Este Fotografia do Joel Santos parece-me uma óptima escolha.

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Ainda nos livros, estou muito curiosa para ler este do brilhante Valter Hugo Mae:

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Gosto muito de viver a minha casa, o meu espaço, e volta e meia preciso dar um twist à decoração. Primeiro foi a estante dos livros, depois a sala de jantar e agora gostava de fazer um upgrade à mesa de centro da sala de estar. Detesto ver mesas de centro, ou coffee tables, vazias, só com os comandos da televisão. Fica tudo tão despido e frio e desinteressante… de momento temos umas Monocle, Vanity Fair e Harper’s Bazaar a fazer fogo de vista, mas queria substitui-las por livros atraentes de História da moda. Acho fascinante a forma como a moda influencia o mundo que nos rodeia e vice-versa e quero cultivar-me mais nesse aspecto. Para além da vertente lúdica são livros bonitos, que chamam a atenção e dão vontade de folhear.

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Deixei o mais importante para o fim: preciso mesmo, mesmo, mesmo muito de uma mala pequena e neutra, que vá bem com tudo, para aqueles dias em que não quero andar carregada com a mala XL do dia-a-dia. 

 

Zara:

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Mango:

 

 

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 Parfois:

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18
Jan16

#girlcrush - Joana Barrios

Já mencionei aqui que gosto imenso da Lena Dunham. Adoro a Girls - estou em contagem decrescente para a nova temporada que estreia já em Fevereiro -, sou uma leitora assídua da newsletter, estou sempre atenta a novas entrevistas e gosto, especialmente, que ela se esteja nas tintas para “as regras” – ler “as regras” com a mesma entoação que o Ricky Gervais lhes dá aqui. “Ficam chocados sempre que sou fotografada com calções curtos porque se vêem as minhas coxas com celulite? Então vou continuar a vestir-me assim até isso deixar de ser um problema e assunto de conversa.” Não acham isto extraordinário? Eu acho. Numa altura em que cada vez mais nos entram pelos olhos adentro imagens de girls next door, instagramers e models off dutty, todas sempre muito cool e careless e perfeitas quando, na verdade, aquilo é tudo pensado e a antítese de careless, é uma lufada de ar fresco haver alguém como a Lena que faz aquilo que lhe apetece, veste-se como gosta, diz aquilo que pensa, mesmo que se afaste d’”as regras”, que ninguém sabe muito bem de onde vieram ou quem as criou, e que se está a borrifar para os haters.

Há uns meses este meu girl crush recaía apenas nela – vá e na Taylor Swift - até ter começado a ler o Trashédia da Joana Barrios, que agora é uma assumida fashion blogger – finalmente!!!!! - , mas nos seus próprios termos, o que torna tudo muitíssimo mais interessante.

 

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Já conhecia o blog mas como os conteúdos não eram constantes passavam-se meses sem lá ir. Até ler um artigo que escreveu no jornal SOL, sobre a fantástica vida dos freelancers, e que foi imensamente mal interpretado por toda a gente, provavelmente gente que não sabe o que é ironia, e voltei a ser leitora assídua do Trashédia, mesmo que se passassem semanas sem conteúdos novos. Foram muitas as vezes que me punha a procurar textos antigos e ficava ali perdida a carregar em older posts.

A minha opinião vale o que vale, mas a Joana era a fashion/lifestyle blogger que faltava em Portugal. Porque é de uma originalidade desmedida, nas palavras e no estilo, porque também se está a marimbar para “as regras”, porque tem imensa pinta e aquele je ne sais quai que a diferencia dos demais, porque explica às pessoas tacanhas porque é que gostar de “trapos”, vulgo moda, não é nada fútil, que a moda sempre teve um papel importantíssimo na História, que é possível estudar História através da moda, que aquilo que vestimos todas as manhãs é uma forma de comunicação não verbal tão importante como a verbal e porque, como se vê, é um poço de cultura. Quando vou ao blog dela aprendo sempre qualquer coisa, sempre!, e isso é, sem dúvida, surpreendente tendo em conta a actual conjuntura dos blogs portugueses que falam todos do mesmo, estão todos nos mesmos eventos e gostam todos das mesmas coisas. Aliás, nem é preciso ir ao blog, leiam esta entrevista que deu à Vogue há umas semanas e percebem o que quero dizer.

O Trashédia, para mim, está ao nível do americano Man Repeller, outra grande, enorme, referência nos blogs de moda e lifestyle que vai muito para além de fotografias de #OOTD e de instagrams de sushi ou qualquer outra iguaria da moda.

Portanto o meu conselho é: se gostam de ler blogs de moda mas estão saturados dos suspeitos do costume, dêem uma oportunidade ao Trashédia. Acho que não se vão arrepender. Quanto a mim, estou expectante para ver o rumo que a fantástica Joana vai dar a este Trashédia agora com nova roupagem* e novos conteúdos! 

 

 

*estou a tentar, mas ainda não amo aquele cursor.

14
Jan16

Ódios de estimação na moda revivalista

Sabem aquelas peças assim mega tendência que aparecem a cada estação que ou se ama ou se odeia? Lembram-se de algumas? Bem, eu lembro-me de várias! Assim de repente lembro-me daqueles tops peplum que se usaram até mais não no Verão passado.

 

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Detestooooo. Ou melhor, detestava que eles entretanto desapareceram e, parece-me, não vão ficar para a história. De repente TODA a gente andava com tops peplum, fosse qual fosse o estilo da pessoa, e eu achava sempre aquilo pavoroso. Agora, essas peças sumiram-se e eu quero ver quem é que as vai usar. É por isto que evito ao máximo comprar peças tendência. Ou é uma coisa que eu gosto mesmo muito, seja tendência ou não, ou então abstenho-me. Já sei que quando passar a febre me vou fartar e depois tenho ali uma peça cara – porque as peças tendência são sempre mais caras que as clássicas que estão sempre na moda – que não tem utilidade nenhuma. Foi por isso que não me deixei levar pelas franjas, que de repente estavam em todo o lado,

 

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pelos kimonos às flores

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e, mais recentemente, pelas cullottes que, vá, até são uma peça engraçada e bem conjugada faz um look muito giro, mas não consigo olhar para elas sem ver uns corsários mais largos e isso é o maior turn off.

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E, principalmente, pelos crop tops e peças em camurça.

A vida já me ensinou a não dizer "desta água não beberei" mas no que há roupa diz respeito, a tentação de gritar “c’orror nunca na vida vou usar aquilo, ou voltar a” é grande. É enorme! E tem-me acontecido muito nos últimos meses. Digam-me lá uma coisa para ver se eu percebo: que raio de moda é esta dos crop tops que parece ter vindo para ficar? Pensei que era uma coisa que ia durar um Verão mas estava enganada. A palavra crop invadiu tudo o que é camisola. Antes eram só os tops mas agora já são sweaters, malhas, casacos... é tudo minúsculo!!

 

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Uma pessoa quer comprar uma camisola de malha simples, clássica, que termine ali pelas ancas e é o cabo dos trabalhos para conseguir encontrar qualquer coisa! Não é absurdo? Aqui há dias num site de uma loja de roupa vi uma modelo com uma camisola de malha cinzenta clara, simples e lisa como eu queria. Comecei a rejubilar! "Finalmenteeeeee!!" Cliquei para ver a imagem completa e... desilusão. Não é que o raio da camisola acabava ali algures por cima do umbigo? Sou só eu que estou farta desta moda? Isto é quase tão confuso como aquelas camisolas de malha de gola alta e de manga à cava, tipo top, que é só assim a peça de roupa mais inútil de sempre. Lembram-se? Usava-se muito no início dos anos 00’s. Uma pessoa ficava quentinha no pescoço, que ficava, mas e então e os braços? Pois, tinha de se enfiar uma camisola por baixo e passar o dia todo enchouriçada e horrível, que aquilo não ficava nada bem. Eu sei que a ideia é usar estes crop tops com camisas ou t-shirts por baixo, ou com calças de cintura subida mas what the hell?! eu não quero ser obrigada a andar tipo cebola. Era agradável ainda conseguir ter opções.

Pronto este é um ódio de estimação que não há meio de desaparecer, mas há outro: a camurça. Meu Deus, a camurça.

 

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Já aqui falei da antipatia que tenho pelas calças à boca de sino e de toda a moda dos anos 90 e início dos anos 00’s – digam o que disserem… era tudo muito mauzinho – mas, infelizmente, as peças dessas alturas continuam a ressurgir em versões melhoradas e aumentadas. Ele é camurça nos sapatos, nas malas, nos casacos, nas saias, calças e calções, bolas há uns tempos até vi, penso que na Mango, uma trench coat de camurça! Quem é que foi a mente iluminada que pensou numa gabardine de camurça? Uma gabardine quer-se levezinha e impermeável. Ora se usam a camurça a peça não só passa a ser pesada e permeável como é provável que se estrague num piscar de olhos. A camurça não foi feita para apanhar com água, toda a gente sabe isso. Portanto uma trench de camurça que custa 70€ ou mais é uma ideia que ninguém sabe muito bem porque é que viu a luz do dia. Vá, confesso que há uns meses comprei uns botins rasos de camurça castanha e são bem giros e confortáveis. É verdade, são. Mas também são de uma inutilidade abominável em dias de chuva. Não são impermeáveis e é provável que fiquem todos manchados e de aspecto gasto e velho ao mínimo contacto com água. E graças a este resuscitar parvo da camurça o difícil é encontrar botins como deve ser em pele ou imitação. Valham-me as minhas Hunter que nunca me deixam ficar mal.

E desse lado, quais são as tendências que menos vos convencem?

 

 

Imagens via Pinterest

04
Jan16

Como gastar pouco nos saldos?

Simples: olhar para as duas etiquetas e fazer as contas.

Acho que no mês de Dezembro as pessoas ensandeceram. Tive a impressão de ver muito mais gente a fazer compras de Natal, o Chiado no fim-de-semana anterior ao das festas estava instransitável, e agora nos saldos foi um histerismo idêntico. Tinha guardado umas peças no carrinho virtual no site da Zara e dia 29 80% das coisas tinham esgotado! Tentei ir às lojas mas foi impossível, tudo cheio de gente, parecia Natal outra vez, filas até à porta para pagar, tudo desarrumado e gente, sempre muita gente. Entrei em algumas lojas do Colombo a um dia de semana pelas 23h e continuavam cheias! Ainda assim dei por lá uma voltinha e não só não vi nada de jeito - será que desapareceu tudo nos primeiros dois dias ou os saldos estão mesmo cada vez piores? Estou inclinada para a segunda hipótese - como os descontos são ri-dí-cu-los. A Zara ainda escapa com quase 50% de desconto em algumas peças mas nas Stradivarius desta vida as diferenças de preços chegam a ser de 3/4€. Tanta correria para isto? A Mango é a única loja que nunca desilude. As peças que iniciaram a coleção de inverno vão mesmo para saldos, não é como na Zara onde as peças mais vendidas continuam como nova coleção apesar de já estarem à venda desde Setembro, e tem descontos como deve ser. Este ano vou optar novamente pelas compras online, que não há paciência para a confusão das lojas, mas vou esperar pelos saldos a sério. Quando vejo uma coisa que antes custava 19.99€ e agora está a 17.99€ fico sem vontade nenhuma de a comprar. Por isso, se quiserem poupar uns trocos já sabem: vejam bem as etiquetas e se o desconto, de facto, compensa. Não se deixem arruinar por uma etiqueta vermelha.

20
Out15

Balmain x H&M

Normalmente as colaborações da H&M com os mais variados designers e casas de moda passam-me completamente ao lado. Primeiro porque não acho as peças assim uma belezura que valha a pena o histerismo nem acho que sejam “usáveis”, depois porque os acabamentos são uma miséria – a colaboração com a Lanvin encaixa perfeitamente nestes dois exemplos -, depois porque não tenho pachorra para estar à porta de uma loja rodeada de gente histérica para ser a primeira a deitar a mão às peças e, por último, é tudo estupidamente caro. Posto isto, estou apaixonadíssima pelas peças que resultaram da colaboração entre a Balmain e a H&M e que chegam às lojas a 5 de Novembro. As peças, para não fugir à regra, são todas caríssimas, penso que o mais barato é um anel que custa cerca de 15€ e o resto está entre os 90€ e os 480€, tendo por base os valores em dólares. Tudo para lá de proibitivo para a minha carteira. Mas as roupas… ai, até se me dá aqui um aperto no coração. São todas LINDAS! Aqueles vestidos cheios de pedraria deixam-me à beira das lágrimas, de tão bonitos. Tivesse eu dinheiro e já tinha marcado um lugar à porta da H&M do Chiado para ser a primeira a deitar-lhes a mão. Mesmo com o braço ao peito, queria lá saber. Aqueles vestidos iam ser meus! Como não pode ser, esta será mais uma colaboração que me vai passar ao lado mas, pela primeira vez, com grande sacrifício emocional. Resta-me desejar que os acabamentos sejam horríveis, para não me sentir tão mal. Ficam as minhas favoritas:

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 Suspiro...

 

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 Isto são facadas no meu coração. Facadas!!

22
Set15

Workout report

Passaram-se mais de duas semanas desde a última vez que falei nesta vontade súbita de me inscrever no ginásio. A vontade esteve sempre aqui mas as dúvidas sobre se devia mesmo gastar 39€ do meu orçamento mensal no ginásio permaneciam. “E se me fartar?”, “E se quiser desistir e não me deixarem?”, “E se precisar do dinheiro para outra coisa?” e se, e se, e se. Typical me. Durante estas duas semanas andei a inquirir todas as pessoas que conhecia que andaram ou andam no Solinca para saber que tal tinha sido a experiência. Quem já andou diz que para cancelar o contrato é uma trabalheira, quem o frequenta diz que gosta muito e nem pensa em desistir. Entretanto saiu este artigo na NIT que ainda me deu mais vontade de fazer a inscrição, mas a gota de água foi mesmo a mensagem que recebi do ginásio a informar que até dia 17 iam oferecer o valor da jóia (30€) para novas inscrições. “É que nem é tarde nem é cedo!” Dia 17 ao fim do dia lá estava eu à porta do ginásio super decidida. Eu e mais 30 pessoas... sim, contei-as. Ainda pensei que aquela fila enorme era um sinal do além para me pôr a andar, que ainda estava a tempo de voltar atrás, mas não cedi! Esperei, esperei, esperei e lá me inscrevi e, coincidência das coincidências, no dia seguinte a Oysho estava com 20% de desconto em toda a colecção! Oh felicidade! Não é por nada, mas a roupa de desporto é toda caríssima e não morro de amores pela das marcas próprias da Sport Zone e da Decathlon, que são mais em conta mas enfim… acho que ter roupa bonita e com a qual me sinta bem também pode servir de motivação para ir treinar, por isso este desconto não podia ter vindo em melhor altura. Comprei ténis, calças e um soutien mas ainda me falta comprar mais dois pares de calças e soutiens, uns topzinhos e um saco para levar a tralha toda.

  

 

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Para a semana vou ao Freeport ver se encontro qualquer coisa de jeito. Sempre ouvi dizer que as lojas de desporto lá são óptimas, que se conseguem grandes achados por isso vamos lá ver se tenho sorte… estou muito céptica e acho que vou sair de mãos a abanar. Quando entro em lojas com tudo virado do avesso e desorganizado – cenário de 90% das lojas do Freeport – fico logo com vontade de vir embora.

Os treinos só começam em Outubro e até lá vou ficar a aguardar que me liguem para fazer a avaliação da minha condição física, que deve ser miserável, e o plano de treino. Can’t wait! Estou aqui que nem posso e isso assusta-me. Há grandes probabilidades de este entusiasmo todo cair a pique assim que saltar para a passadeira e começar a ver tudo turvo ao fim de 4 minutos. Foi a pensar nisso que elaborei todo um plano de ataque para os dias em que a desmotivação me bata à porta, porque vai bater. Criei uma playlist no iPod com músicas mexidas e divertidas para me motivar nos treinos – treinar sem música está fora de questão. Já tentei e é um inferno -, comecei a seguir uma data de sites, blogs e contas de Instagram viradas para o fitness e ainda fiz uma lista com todas as razões pelas quais não me posso deixar vencer pela preguiça. Sim, eu sei, sou uma nerd, aposto que mais ninguém faz isto, mas não quero ser apanhada desprevenida pela desmotivação e por isso todas as ajudas são bem-vindas. Para além disso, todos os motivos são bons para fazer uma lista! É uma forma eficaz de organizar o pensamento e não perder o foco das coisas importantes e isto tanto é válido para o supermercado como, pelos vistos, para o ginásio. Não me julguem.

25
Mar15

Most wanted | Spring & Birthday

A primavera chegou, finalmente, - embora não pareça. Que vento frio é este?? Parece que voltámos a Dezembro! - e os meus anos também estão quase aí à porta - vai ser o meu último ano nos vintes, aiiiiiii -, por isso nada melhor que fazer uma whislist com duplo propósito. Roupas fresquinhas e de tons clarinhos, já a pensar nos dias quentes, e um piscar de olho a algumas pessoas que possam ter dúvidas sobre o que me oferecer nos anos. Eu facilito sempre a vida a toda a gente. Não sabem o que me ofertar? Então tomem lá uma lista.


 


 


Sem título #52


 


 

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