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zona de desconforto.

zona de desconforto.

23
Mai16

Wishlist | Fatos-de-banho

Já está tudo a deprimir por causa das previsões meteorológicas para os próximos dias certo? Eu estou. Não é que seja uma louca que ao primeiro sinal de temperaturas amenas vai logo a correr para a praia. Não sou. Mas gostava muito que o calor viesse para ficar para poder fazer coisas tão excêntricas como, sei lá, sair de casa com um casaco fininho, pés ao léu e sem chapéu-de-chuva. É pedir muito? Pelos visto é. Pelos visto querer sol e calor no fim de Maio é um absurdo.
Bom, parece que a chuva está de volta. Again! E o que é que uma pessoa faz quando está quase no fim de Maio e a p#%a da chuva e do frio não dão tréguas? Primeiro dá uma vista de olhos por todos os sites de lojas que vendem fatos-de-banho – a minha nova obsessão para o Verão -, acrescenta os que mais gosta ao cestinho de compras virtual para ficarem ali a marinar e comprar um ou dois no final do mês e, por último, reza a todos os santinhos para não esgotarem todos antes do dia de são receber. O mês passado vi este fato-de-banho que achei giríssimo na Woman’Secret

 

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e esteve disponível no site, quê, dois minutos. Esgotou logo! No fim de Abril já não havia o meu tamanho. Em ABRIL! Enfim, vamos respirar fundo e esperar que o mesmo não aconteça com estes que tenho debaixo de olho. Pelo menos um! Pelo menos um tem de haver. 

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 Oysho

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Oysho

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Oysho

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Women'Secret

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H&M

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H&M

 

 

Entretanto, e já que estamos a falar de fatos-de-banho, já repararam que a Oysho criou um de camurça?

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Meu Deus, por onde começar? Podia falar da cor horrorosa que não dispõe bem, e no Verão querem-se cores alegres que disponham bem - castanho? A sério? - mas vou-me debruçar, uma vez mais, na escolha do tecido. Já falei por aqui das peças em camurça e de todos os inconvenientes que acarretam mas acho que sou a única pessoa a reflectir sobre o tema, o que é uma pena. Que sentido faz inventar uma peça de roupa para usar na praia, onde estão, se tudo correr bem, para cima de 30ºC num tecido que de fresco não tem nada e que se estraga se entrar em contacto com a água? Que mundo é este onde um fato-de-banho de camurça faz sentido? Hum? Será que ninguém pensa nestas questões fracturantes? Não? Até a modelo está com um ar desconfortável e comprometido. Enfim, espero que quando lá for experimentar os fatos-de-banho que gostei este não seja a único em stock na loja. Fingers crossed.

19
Abr16

Oh não, eles voltaram #1 - Tops que não têm alças mas que também não são cai-cai ou, em inglês, "off shoulder tops"

É de mim ou a ciclicidade da moda está a ser demasiado rápida? Custa-me utilizar a expressão “no meu tempo isso também se usava” como se fosse uma pessoa que já cá esteja há muito tempo mas, de facto, muitas das coisas que estão a voltar agora eu também já as usei na adolescência, ali entre o ensino básico e o secundário, e isso é uma tristeza. Não por ver o tempo passar tão depressa mas porque aquilo que se usou há 16 anos era assim a modos que medonho. Bem, talvez “medonho” seja uma palavra demasiado forte mas bom não era de certeza. Já aqui falei das calças à boca-de-sino que fizeram furor nos anos 70, que voltaram nos anos 2000 e que já cá estão outra vez. Porquêeeeeee? Mas com as calças estão a chegar outras coisas que estão ali entre o piroso e o azeite virgem extra da Galo.

 

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Porquê? Porque é que isto está a voltar? Era uma má ideia em 2004 e continua a sê-lo agora. Ok, sou suspeita. Tudo o que tenha um aspecto levemente hippie - ou boho, como se diz agora - já me causa alguma aversão, mas não é só por isso. Usei tops como estes quando tinha 18 anos e lembro-me bem que eram peças de roupa estúpidas. Aquilo tem ali um elástico fininho ao nível do peito que não só deixa a pele marcada como fica todo frouxo ao fim de 5 ou 6 utilizações. Ah! E a dificuldade que é levantar os braços com coisas destas vestidas? Se forem ao supermercado e tiverem de se esticar para chegar a uma prateleira um bocadinho mais alta preparem-se para, num abrir e fechar de olhos, terem o elástico no pescoço ou, pior, levarem com ele nos queixais. Porque, sim, aquilo salta e sai do sítio ao mínimo movimento mais expansivo. E quando finalmente baixamos os bracinhos é ver-nos a ajeitar a roupa, a puxar o top para baixo para ficar estrategicamente a 5 centímetros do ombro, com todo o embaraço que isso acarreta em espaços públicos. Era mesmo disto que nós precisámos não era? De mais uma peça de roupa que nos dificulta a vida. Já não bastavam as calças de cintura subida quase até ao pescoço que fazem do sentar, esse movimento outrora simples, um desafio, especialmente nos dias em que o almoço foi cozido.

 

 

14
Jan16

Ódios de estimação na moda revivalista

Sabem aquelas peças assim mega tendência que aparecem a cada estação que ou se ama ou se odeia? Lembram-se de algumas? Bem, eu lembro-me de várias! Assim de repente lembro-me daqueles tops peplum que se usaram até mais não no Verão passado.

 

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Detestooooo. Ou melhor, detestava que eles entretanto desapareceram e, parece-me, não vão ficar para a história. De repente TODA a gente andava com tops peplum, fosse qual fosse o estilo da pessoa, e eu achava sempre aquilo pavoroso. Agora, essas peças sumiram-se e eu quero ver quem é que as vai usar. É por isto que evito ao máximo comprar peças tendência. Ou é uma coisa que eu gosto mesmo muito, seja tendência ou não, ou então abstenho-me. Já sei que quando passar a febre me vou fartar e depois tenho ali uma peça cara – porque as peças tendência são sempre mais caras que as clássicas que estão sempre na moda – que não tem utilidade nenhuma. Foi por isso que não me deixei levar pelas franjas, que de repente estavam em todo o lado,

 

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pelos kimonos às flores

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e, mais recentemente, pelas cullottes que, vá, até são uma peça engraçada e bem conjugada faz um look muito giro, mas não consigo olhar para elas sem ver uns corsários mais largos e isso é o maior turn off.

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E, principalmente, pelos crop tops e peças em camurça.

A vida já me ensinou a não dizer "desta água não beberei" mas no que há roupa diz respeito, a tentação de gritar “c’orror nunca na vida vou usar aquilo, ou voltar a” é grande. É enorme! E tem-me acontecido muito nos últimos meses. Digam-me lá uma coisa para ver se eu percebo: que raio de moda é esta dos crop tops que parece ter vindo para ficar? Pensei que era uma coisa que ia durar um Verão mas estava enganada. A palavra crop invadiu tudo o que é camisola. Antes eram só os tops mas agora já são sweaters, malhas, casacos... é tudo minúsculo!!

 

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Uma pessoa quer comprar uma camisola de malha simples, clássica, que termine ali pelas ancas e é o cabo dos trabalhos para conseguir encontrar qualquer coisa! Não é absurdo? Aqui há dias num site de uma loja de roupa vi uma modelo com uma camisola de malha cinzenta clara, simples e lisa como eu queria. Comecei a rejubilar! "Finalmenteeeeee!!" Cliquei para ver a imagem completa e... desilusão. Não é que o raio da camisola acabava ali algures por cima do umbigo? Sou só eu que estou farta desta moda? Isto é quase tão confuso como aquelas camisolas de malha de gola alta e de manga à cava, tipo top, que é só assim a peça de roupa mais inútil de sempre. Lembram-se? Usava-se muito no início dos anos 00’s. Uma pessoa ficava quentinha no pescoço, que ficava, mas e então e os braços? Pois, tinha de se enfiar uma camisola por baixo e passar o dia todo enchouriçada e horrível, que aquilo não ficava nada bem. Eu sei que a ideia é usar estes crop tops com camisas ou t-shirts por baixo, ou com calças de cintura subida mas what the hell?! eu não quero ser obrigada a andar tipo cebola. Era agradável ainda conseguir ter opções.

Pronto este é um ódio de estimação que não há meio de desaparecer, mas há outro: a camurça. Meu Deus, a camurça.

 

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Já aqui falei da antipatia que tenho pelas calças à boca de sino e de toda a moda dos anos 90 e início dos anos 00’s – digam o que disserem… era tudo muito mauzinho – mas, infelizmente, as peças dessas alturas continuam a ressurgir em versões melhoradas e aumentadas. Ele é camurça nos sapatos, nas malas, nos casacos, nas saias, calças e calções, bolas há uns tempos até vi, penso que na Mango, uma trench coat de camurça! Quem é que foi a mente iluminada que pensou numa gabardine de camurça? Uma gabardine quer-se levezinha e impermeável. Ora se usam a camurça a peça não só passa a ser pesada e permeável como é provável que se estrague num piscar de olhos. A camurça não foi feita para apanhar com água, toda a gente sabe isso. Portanto uma trench de camurça que custa 70€ ou mais é uma ideia que ninguém sabe muito bem porque é que viu a luz do dia. Vá, confesso que há uns meses comprei uns botins rasos de camurça castanha e são bem giros e confortáveis. É verdade, são. Mas também são de uma inutilidade abominável em dias de chuva. Não são impermeáveis e é provável que fiquem todos manchados e de aspecto gasto e velho ao mínimo contacto com água. E graças a este resuscitar parvo da camurça o difícil é encontrar botins como deve ser em pele ou imitação. Valham-me as minhas Hunter que nunca me deixam ficar mal.

E desse lado, quais são as tendências que menos vos convencem?

 

 

Imagens via Pinterest

20
Out15

Balmain x H&M

Normalmente as colaborações da H&M com os mais variados designers e casas de moda passam-me completamente ao lado. Primeiro porque não acho as peças assim uma belezura que valha a pena o histerismo nem acho que sejam “usáveis”, depois porque os acabamentos são uma miséria – a colaboração com a Lanvin encaixa perfeitamente nestes dois exemplos -, depois porque não tenho pachorra para estar à porta de uma loja rodeada de gente histérica para ser a primeira a deitar a mão às peças e, por último, é tudo estupidamente caro. Posto isto, estou apaixonadíssima pelas peças que resultaram da colaboração entre a Balmain e a H&M e que chegam às lojas a 5 de Novembro. As peças, para não fugir à regra, são todas caríssimas, penso que o mais barato é um anel que custa cerca de 15€ e o resto está entre os 90€ e os 480€, tendo por base os valores em dólares. Tudo para lá de proibitivo para a minha carteira. Mas as roupas… ai, até se me dá aqui um aperto no coração. São todas LINDAS! Aqueles vestidos cheios de pedraria deixam-me à beira das lágrimas, de tão bonitos. Tivesse eu dinheiro e já tinha marcado um lugar à porta da H&M do Chiado para ser a primeira a deitar-lhes a mão. Mesmo com o braço ao peito, queria lá saber. Aqueles vestidos iam ser meus! Como não pode ser, esta será mais uma colaboração que me vai passar ao lado mas, pela primeira vez, com grande sacrifício emocional. Resta-me desejar que os acabamentos sejam horríveis, para não me sentir tão mal. Ficam as minhas favoritas:

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 Suspiro...

 

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 Isto são facadas no meu coração. Facadas!!

13
Mar15

Not a fan | Tatuagens temporárias

Sendo a moda cíclica é inevitável volta e meia ver-se gente com peças de roupa que marcaram uma década. A minha mais recente obsessão são os Adidas Superstar, que tanto se usaram nos anos 80 - lembram-se dos Run-DMC no vídeo Walk This Way?. Depois de ter andado a namorá-los durante quase 4 meses finalmente comprei-os e adoro-os de paixão.


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Mas depois há coisas que eu gostava que nunca mais estivessem na moda mas, lá está, como é cíclica é inevitável. Falo, por exemplo, das tenebrosas calças à boca de sino, de peças de roupa cheias de franjinhas que, se no início do comeback me arrepiaram toda, agora até consigo achar piada a algumas coisas, especialmente malas - sou uma late bloomer... -, das socas que são só assim o calçado mais horrível da história, não sei como é que há pessoas que conseguem usar aquilo e, mais recentemente, as tatuagens temporárias - à venda na Sephora. Que raio de tendência é esta que levou as mulheres a passearem-se com tatuagens autocolantes no corpo a imitar jóias? Digam-me, há alguém aí desse lado que ache isto bonito e feminino? Não é uma pergunta retórica. Estou mesmo interessada em saber. É que eu, por muitas imagens que veja, e já vi bastantes, não consigo achar piada nenhuma, nada, zero, e a única coisa que me fazem lembrar são aquelas tatuagens coloridas que usava quando tinha 8 anos, que saíam nos pacotes de batatas fritas da Matutano e em alguns gelados, que se transferiam para o nosso corpo com água quente e que nós teimávamos em manter mesmo quando metade do desenho já tinha ido à vida e só restava uma pasta esfarelada nojenta colada aos nossos pelos.


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Lembram-se?


 


Como disse ali atrás, sou uma late bloomer, há algumas tendências que eu demoro a entranhar, o que significa que daqui a umas semanas posso achar isto uma ideia genial mas... tenho as minhas dúvidas. Mesmo! Por agora só as acho estranhas e pirosas e parece-me que as vou meter na mesma caixa das calças à boca de sino, das socas e daquela moda do demónio que é ter uma unha pintada de cada cor, ou então quatro unhas pintadas de vermelho e uma de prateado - mulheres!, escolham uma cor e tenham a coragem de a manter até ao fim da manicure, please. Não é difícil. 
A culpa desta moda das tatuagens é das calças à boca de sino, das socas e das franjinhas! O estilo boho/gypsy-chic pode correr muito bem mas, na maioria das vezes, tem tudo para correr mal. E a linha que separa uma coisa da outra são, parece-me, as tatuagens falsas.


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27
Out14

Sapatos: reles vs sofisticado

Há uns dias li um artigo interessante na Marie Claire que resolvi desenvolver aqui por achar que pode ser útil a muitas mulheres, especialmente aquelas que, como eu, não se podem dar ao luxo de comprar sapatos caríssimos. Muitas de nós numa tentativa vã de comprarmos sapatos baratinhos que se pareçam com o último modelo com a assinatura Manolo Blahnik acabamos por optar pelos sapatos mais espalhafatosos e com mais rococós que há na loja. Errado! Aquela velha máxima "menos é mais" aplica-se mesmo a tudo. Sapatos incluídos. Posto isto, como é que podemos comprar sapatos baratinhos sem que pareçam reles? 


A plataforma
Começamos já pelo exemplo que vai tocar no coração de muito boa gente. Esteja a maldita plataforma por dentro ou por fora do sapato o resultado é sempre o mesmo. Parece sempre reles. Sempre! Sorryyyyy. E quanto mais alta for mais reles parece. Eu sabia que a minha aversão pelos Jeffrey Campbell tinha razão de ser. Os sapatos sem plataforma tendem a ser mais desconfortáveis, é verdade, mas também são os mais sofisticados. Nada que não tenha solução. A Dr. Scholl tem umas palmilhas de gel fabulosas que ajudam a que o pé fique menos massacrado com o passar das horas. 


Reles
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Sofisticado


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Demasiado grandes/pequenos
Esta parece bastante básica, e é, de facto, mas não fazem ideia de quantas raparigas já vi com sapatos um número acima ou abaixo do que é suposto. Se com um sapato fechado a coisa ainda é capaz de escapar com palmilhas ou com aquelas formas do sapateiro - mesmo assim tenho as minhas dúvidas... - com sandálias não há maneira de disfarçar a coisa. Dedinhos a cair da borda do sapato ou a boiar entre as tiras é um big no! Por muito giros que sejam, se não forem do vosso tamanho não comprem!!


 


 Reles


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Sofisticado


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Demasiada informação
É aqui que entram os rococós. Quantas vezes já estiveram indecisas entre uns sapatinhos simples e uns com flores ou fitas de seda ou com dois padrões misturados ou com todas as cores do arco-iris e depois de muito pensarem... acabaram por comprar os segundos? Confessem! Lá está, o segredo é optar sempre pelo mais simples. Menos é mais lembram-se? Não precisam escolher o mais espalhafatoso para terem um sapato statement. Optem por um modelo clássico, numa cor que gostem e, na loucura, com um apontamento que faça a diferença... um!, não dez.


 


Reles


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Sofisticado


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Welcome to the jungle
Se o que vos está mesmo a fazer imensa falta é um par de sapatos com padrão animal escolham aquele com apenas um padrão e uma textura e, de preferência, que cubra o sapato todo. Regra de ouro: ser fiel ao padrão original. Todos sabemos que uma chita é amarela com bolinhas pretas. Vamos então tentar não ir para aquele par que imita pêlo de chita que mistura preto com cor-de-rosa e que ainda tem ali um bocadinho a imitar pele de cobra no salto, sim?


Reles


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Sofisticado


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Diamonds are a girl's best friends?


Oh boy. É tão mas tão fácil ficarmos com um look inteiro estragado quando calçamos uns sapatos cravejados de diamantes falsos. Isto é especialmente flagrante em casamentos onde 80% das convidadas aparece com sapatos deste estilo. Porquê?! Este é um terreno pantanoso porque até o sapato mais simples... bem, não há sapatos simples quando falamos de diamantes. O melhor mesmo é fugir dos diamantes gigantes que encandeiam meio mundo e escolher aquele com pedrinhas mais pequeninas e, de preferência, de cor neutra. Estes sapatos já se destacam muito, vamos tentar não passar aquela linha que separa o reles do sofisticado com um par rosa choque.


Reles


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Sofisticado


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Os  sapatos "para estar sentada"


Uma das muitas coisas que aprendi com a Oprah Winfrey foi que existem vários tipos de sapatos: os sapatos de 10 minutos, os sapatos de 2 horas, os de 8 horas e aqueles que nos massacram tanto os pezinhos que só os podemos usar quando sabemos que vamos estar 'ssogaditas o dia todo. Andar toda torta e/ou com dores de pés é o pior look de todos. Se assim que experimentam os sapatos na loja vos vêm as lágrimas aos olhos com a dor ou se não conseguem dar dois passos sem os tornozelos vos começarem a tremer esqueçam. A situação não vai melhorar ao fim de uma semana, não se enganem. Escolham sapatos confortáveis e com saltos sobre os quais consigam andar sem parecerem umas atrasadinhas mentais. 


 



 


Metaleiros
Os apontamentos de metal, como tachas, fivelas ou fechos podem arruinar um sapato que, na teoria, tinha tudo para correr bem. Mais uma vez a demasiada informação dá cabo de tudo. Optem por um par com metal pouco brilhante e minimal. Se quiserem umas botas com tachas escolham as que tiverem o aspecto menos rústico, com linhas direitas e elegantes.


Reles


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Sofisticado


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O teste do tempo
Tenho uma regra que aplico religiosamente a todas as coisas. E por coisas refiro-me mesmo a coisas materiais. Se tiver algo a que já não dê utilidade há ano e meio então é porque está na altura de me desfazer dela. Esta solução também se aplica às coisas que estão estragadas e não têm arranjo. Camisolas com borboto, sapatos massacrados pela calçada, malas com buracos ou com as costuras a abrir... vão para a reforma que é um instante. Acreditem que este é um exercício bastante libertador. Portanto se tiverem por aí algo que já não usem por qualquer razão ou coisas envelhecidas, não as usem! Se as coisas ainda estiverem em bom estado dêem a alguém que precise. As outras... respirem fundo e deitem-nas fora. Pode custar da primeira vez mas assim que se habituarem já o fazem sem sentimentos de culpa.

15
Set14

Look | Model off duty


Boas notícias: não temos de ser top models para nos parecermos com uma! Ou, pelo menos, para nos vestirmos como uma. O model off duty é um dos estilos mais copiados e um dos que eu mais gosto. A ideia é sobressairmos no meio da multidão da forma mais subtil possível, como se tivéssemos pegado nas primeiras peças que nos apareceram à frente mas, coincidência das coincidências, que ficam fantásticas quando conjugadas. É um estilo confortável e descontraído porém elegante. Prático mas trendy. Muito pensado e estruturado mas ideal para palmilhar a cidade de uma ponta à outra. Qual é o segredo? Como é que um look aparentemente simples se destaca dos demais? Simples. As peças-chave são os básicos: tank tops, camisolas com decote em V, skinny jeans, camisolas largueironas, sapatos rasos, tudo isto rematado com acessórios statement - fios, pulseias, aneis, malas - usados com cuidado. Não queremos estar com roupa prática e depois com colares pesadíssimos e pulseiras até ao cotovelo. É um contrassenso. O segredo está na moderação. Always.










Camisola - Stradivarius

Colar - Stradivarius

Calças - Stradivarius

Blazer fluido - Pull&Bear

Relógio - Komono

Ténis - Converse All Star











Top - Stradivarius

Gabardine - Stradivarius
Calças - Zara

Colar - Springfield

Relógio - Parfois

Ténis - Converse All Star












Mais, para inspiração:

































































































Todas as imagens via Pinterest.











02
Set14

On my mind | Fall/Winter'14

Ontem o Miguel Esteves Cardoso escrevia no Público que Setembro é 75% do Verão. É aquele mês estranho em que está sempre calor, mas onde só de vez em quando faz muito calor, e que nos dá a ilusão que o frio, a chuva e os ventos ciclónicos que destroem o mais resistente dos chapéus são coisas que só acontecem aos outros. É o prolongamento mas, também, o fim da silly season. Tudo isto é verdade, sim ainda está calor, e sim ainda não é altura para guardar os biquínis e os shorts de ganga, mas é também impossível não fazer olhinhos de bambi às novas colecções que já só nos fazem lembrar os dias frios de Outono. É por isto que o mês de Setembro é aquele em que mais me custa ir às compras: os saldos já estão pelas horas da morte, as roupas mais giras são as malhas, os casacões e as botas mas a vontade de as trazer para casa é pouca ou nenhuma. Afinal que sentido faz comprar umas botas de pêlo quando lá fora estão 34.ºC e ainda temos tantos dias de calor pela frente? Nenhum, certo? E daí talvez não... é que no site da Zara um dos casacos que eu quero já está esgotado, e é logo aquele que tem mais pêlo!... 


Apesar de ainda não ter feito nenhuma aquisição para a estação que se avizinha já tenho algumas pecinhas debaixo de olho. Agora é só aguardar pelos dias mais frescos e fazer figas para as coisas não voarem das lojas num ápice - damn you bloggers!!


 


 



Sem título #45



1. Casaco Zara, o tal que já está esgotado - 69.95€


2. Miss Dior, 100ml - 112€. Já todos conhecem a minha pancada por perfumes e este é a minha mais recente obsessão. Tem um aroma muito envolvente, quente e distinto, perfeito para o Inverno


3. Botins Stradivarius - 55.95€


4. Botins Stradivarius - 49.95€. Adoro o pormenor da fivela!


5. Sapatos Pull&Bear - 25.99€. Ainda não consegui ultrapassar o facto de não ter uns sapatos nude que, apesar de serem um clássico, são super difíceis de encontrar, especialmente com um salto aceitável. E por aceitável entenda-se um sobre o qual se consiga andar sem parecer uma atrasada mental. Ainda não os vi em loja mas parecem ser exactamente o que ando à procura


6. Blazer Stradivarius - 39.95€. Adoro roupas largueironas que me permitam fazer o contraponto com outras mais justas e aqui as peças boyfriend - jeans, blazers, camisas - são as melhores aliadas. Já comprei um em preto mas este castanho já tem um espacinho reservado no meu coração. E no meu armário


7. Verniz Balmain. No Verão apostei em grande nos tons pastel e nude e acho que no Inverno vou continuar a usar essas cores nos meus outfits, para contrariar um bocadinho o tempo cinzentão da estação. A semana passada comprei um verniz nude na Kiko que rapidamente se transformou na minha new favourite thing. É uma cor extremamente elegante e vai ser o must-have da próxima estação. 


8. Blazer Mango - 49.99€. Mais um casaco largueirão... can't help it.


9. Mala Stradivarius - 29.95€. Tal como os sapatos nude também a falha de uma mala bowling no meu armário é coisa que me provoca um certo nervoso miudinho.


10. Camisola Pull&Bear - 19.99€. Gosto de peças careless com statments engraçados e esta conquistou-me. Gotta love the shrinks.

19
Ago14

Oh não. Elas voltaram.

Todos nós sabemos que a moda é cíclica. E isso é bom!, podemos sempre reutilizar algumas peças antigas. Mas será que os ciclos têm de ser assim tão curtos?

 

Isto é quase tão mau como a moda dos Jeffrey Campbell, um hype que nunca entendi muito bem: são enormes, nada elegantes e dão a qualquer look um aspecto trashy. Agora é a moda das tenebrosas calças à boca de sino que parece estar de regresso. Eu já desconfiava, quando comecei a ver que a tendência boho chic estava a ganhar força mas pensei que se fosse ficar pelos padrões étnicos e pelas franjinhas em tudo quanto é peça. Mas não! As malvadas calças que usei durante toooooda a adolescência estão a querer voltar. Na altura gostava muito delas, claro, era moda, toda a gente usava, o difícil era encontrar umas com um corte diferente, e até acho que se conseguem looks muito interessantes com elas - basta ver as fotografias ali em cima - mas a verdade é que este é o modelo de calças que mais inconvenientes tem. Lembro-me que no inverno andava sempre, mas é que era sempre, com as calças todas encharcadas e cheias de terra. Estas calças querem-se é compridas - sim, por favor, que ninguém se lembre de usar corsários à boca de sino como se via no final dos anos 90. Ou melhor, que ninguém se lembre de usar corsários. -, quase a tocar no chão, o que em dias de chuva não é a coisinha mais prática que se pode tirar do armário; os sapatos não se vêem o que é uma chatice porque às vezes são mesmo eles que fazem o look; sempre que comprava um par tinha de o levar à costureira porque ficava sempre com, pelo menos, um palmo de tecido debaixo dos pés, e eu não sou baixinha, portanto todas as calças que comprava ficavam-me uns 5€ mais caras. E quando o trabalho não ficava bem feito? E quando havia uma perna que estava ligeiramente mais curta que a outra? Aaaiii, só tenho más memórias destas calças e não consigo acreditar que em pouco mais de 10 anos elas já estão aí, a espreitar e a ganhar o seu cantinho nas lojas. Vamos esperar que não seja uma tendência tão marcada como foi em tempos e que seja como os Jeffrey Campbell: nós sabemos que eles existem, que estão mesmo ali naquela prateleira a olhar para nós, a querer fazer de uma miúda trendy uma possível concorrente da Casa dos Segredos, mas se nos fizermos de mortas pode ser que saiam de circulação com a mesma rapidez com que entraram. 


Todas as imagens via Pinterest.
07
Jul14

Look | Pastel edition

Pronto, agora é que é oficial: rendi-me aos tons pastel. Sempre que entro numa loja fico perdida de amores pelos cor-de-rosa, azuis e verdes clarinhos que enfeitam os cabides. Acho que são os tons ideais para se usar no verão e dão-nos logo um ar ultra feminino e elegante. A Pull&Bear e a Stradivarius foram as lojas que mais investiram nestas cores e eu estou-lhes muito agradecida. Antes de os saldos começarem e das lojas se transformarem numa grande confusão - a Stradivarius do Colombo está impossível... - os meus olhinhos brilhavam ao ver tantas peças assim. Parecia que estava a entrar num cenário do Meu Pequeno Pónei. Espero que a tendência se mantenha. 


 





Saia - Pull&Bear

Casaco - Stradivarius

Sandálias - Pull&Bear (não encontrei a versão castanha no site)

Este look também resulta muito bem com uns All Star brancos. Foi o que usei na noite dos Santos e estava muito confortável. 

Look completo aqui.



Deixo-vos umas imagens cutxi-cutxi para se inspirarem:

















Todas as imagens via Google.

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